quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Pó de rocha 2014




rochas minerais nutrientes silício 

Fotos 2013 - 2014



soja na fazenda da empresa datada de 18.12.2013


soja na fazenda da empresa datada de 15.01.2014


planta que nasceu na rocha na fazenda da empresa


vida no solo com palhada conservada em lavora na fazenda da empresa


rocha vulcânica com xenólito de peridotito (???) da fazenda


graviola da fazenda


cobra cigarra na fazenda


perereca


perereca

soja 2014 na fazenda da empresa

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Registro de Fertilizantes - facilitado

Fertilizantes têm novas regras de inspeção e fiscalização

O chefe da divisão de registros do Departamento de Fiscalização de Insumos Agrícolas, do Ministério da Agricultura Rubim Almeida alertou para as alterações na lei que dispõe sobre a inspeção e fiscalização da produção e do comércio de fertilizantes, corretivos, inoculantes ou biofertilizantes destinados à agricultura.
Ele explicou que houve uma revisão de procedimentos e parâmetros técnicos de produção e fiscalização desses tipos de produtos. Segundo ele, os procedimentos requeridos de oito anos atrás não eram mais compatíveis com a produção atual. Foram considerados apenas os principais requisitos. São produtos de uso e eficiência comprovados e não necessitam da hierarquia anterior. Algumas etapas foram suprimidas. A intenção é reduzir o nível de exigência, mantendo a margem de segurança e a simplificação do registro.
Conforme Rubin o registro será informatizado. E com as modificações, o tempo para se obter o registro de um produto desta natureza, poderá ser reduzido de 90 para 20 a 30 dias.
Além disso, as empresas que tiverem, em vez de ter o registro cancelado por um ano em caso de reincidência, poderão solicitar um termo de ajustamento de conduta para regularizar a situação.
Atualmente, existem 1.663 estabelecimentos produtores de fertilizantes e mais de cinco mil entre importadores e vendedores registrados pelo Ministério da Agricultura.

Agrominerais - Realidade


http://www.brasil.gov.br/governo/2013/12/michel-temer-sanciona-lei-relacionada-a-insumos-naturais

Michel Temer sanciona lei relacionada a insumos naturais

Fertilizantes

A partir de agora, minerais extraídos de alguns tipos de rochas passam a ser considerados como insumos agrícolas
por Portal Brasil —Publicado11/12/2013 11:24,Última modificação11/12/2013 11:24
Minerais extraídos de alguns tipos de rochas passam a ser considerados, a partir de agora, como insumos agrícolas, ampliando o mercado de fertilizantes para os agricultores brasileiros.
A alteração na lei 6.894/80 (sobre fertilizantes) foi sancionada nesta terça-feira pelo presidente da República em exercício, Michel Temer, e será publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (11).
Os chamados remineralizadores são fertilizantes do solo, oriundos do beneficiamento de rochas minerais e devem ser usados para aprimorar as plantações. Pelo seu teor natural, a expectativa é de que sejam utilizados inicialmente na agricultura orgânica.
Com o tempo, deverão suprir a demanda que o Brasil tem dos produtos importados e, portanto, diminuir a dependência do mercado internacional. “A medida é importante porque vai baratear o custo dos insumos utilizados pelos nossos agricultores”, avaliou Michel Temer.
Segundo o Ministério da Agricultura (MAPA), os remineralizadores vêm sendo estudados há tempos por institutos de pesquisa, como a Embrapa, para saber de quais rochas os minerais poderão ser extraídos. A expectativa é que dentro de dois ou três meses os estudos sejam concluídos. A partir daí, o MAPA publicará uma instrução normativa, regulamentando a utilização dos remineralizadores.
Fonte:
Portal Planalto 

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Pesquisas 2011 basalto agrícola.



UTILIZAÇÃO DO PÓ-DE-BASALTO NA AGRICULTURA

www.aptaregional.sp.gov.br/.../60.EduardoSuguino_PoBasalto.pdf
Eduardo Suguino
Eng. Agr, Dr., PqC do Pólo Centro Leste/APTA
esuguino@apta.sp.gov.br
Dra. Analu Egydio Jacomini
Professora do Centro Universitário UNISEB-COC
aejacomini@gmail.com
Dra. Ana Paula Lazarini
Professora do Centro Universitário UNISEB-COC
aplazarini@gmail.com
Adriana Novais Martins
Eng. Agr, Dra., PqC do Pólo Centro Oeste/APTA
adrianamartins@apta.sp.gov.br
Ana Maria de Faria
Eng. Agr, Mestre, PqC do Pólo Centro Leste/APTA
amfaria@apta.sp.gov.br
Marcos José Perdoná
Eng. Agr., PqC do Pólo Centro Leste/APTA
marcosperdona@apta.sp.gov.br


Todo país do mundo por menor que seja, e independente da classificação do ponto
de vista do social ou mesmo seu “status” internacional, produz diariamente, milhões
de toneladas de resíduos de qualquer espécie. Este fato por si já justificaria a
obrigatoriedade da criação de um mecanismo que gerasse consciência na população,
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Pesquisa & Tecnologia, vol. 8, n. 60, outubro de 2011
vinculando o desenvolvimento com novas tecnologias, que possam inverter este
quadro (NASCIMENTO & MOTHÉ, 2007).


A utilização de resíduos na agricultura gera alguns benefícios, sendo o principal deles
a reciclagem de nutrientes. No entanto, dependendo do tipo de resíduo utilizado, da
origem (animal, vegetal, urbana ou industrial), da quantidade a ser utilizada, e do
cultivo que irá receber o material, pode ocorrer interferência direta no tipo de
impacto que isso irá causar tanto no solo quanto ao meio-ambiente (ABISOLO,
2009).


Esta utilização, no entanto, pode causar um efeito contrário ao imaginado, pois com
o objetivo de diminuir os custos de obtenção de matérias-primas, algumas empresas
de fertilizantes passaram a utilizar resíduos industriais, incluindo os considerados
tóxicos, visando à obtenção de nutrientes necessários às plantas como o zinco e o
manganês, sem a menor preocupação com os elementos químicos tóxicos existentes
nestes resíduos, que não estão envolvidos diretamente nos processos metabólico das
plantas, como o arsênio, o chumbo, o cádmio, o mercúrio, o cromo e alguns
organoclorados (SANTOS, s/d).


O uso do pó de basalto na agricultura traz muitos questionamentos acerca das
características do solo após períodos de um a dois anos de aplicação deste resíduo
(KNAPIK e ANGELO, 2007).


A granulometria fina do pó de basalto pode provocar um efeito cimentante, o que
para KÄMPF (2000), implica no fechamento dos poros, causando uma maior
compactação, influenciando também na densidade, e, consequentemente, a redução
no desenvolvimento das raízes de plantas.


Na Figura 1, (acima) é possível ver a granulometria diversa do pó de basalto, com as
partículas finas que estavam na parte inferior do recipiente, aparecendo na superfície
dos grânulos de maior tamanho.


Segundo NOLASCO et al. (2000) a quantidade de metais pesados pode aumentar
com a utilização deste tipo de resíduo. Uma alternativa é a utilização de pó de
basalto como substrato para preparação de mudas, o que reduziria o volume deste
material evitando um comprometimento de grandes extensões de terra agricultável.
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Pesquisa & Tecnologia, vol. 8, n. 60, outubro de 2011
Figura 1. Granulometria diversa do pó-de-basalto.
Recente pesquisa com pó de basalto envolveu a produção de uma espécie arbórea, o
pessegueiro-bravo (Prunus sellowii Koehne), indicando que mudas produzidas no
substrato com pó de basalto acumularam mais Ca, Mg, B, Cu e Fe nas folhas
(KNAPIK e ANGELO, 2007), o que pode ser um resultado promissor para o controle
de algumas pragas.


Para melhor avaliação das possibilidades e potenciais usos do pó de basalto como
aditivo na adubação, os laboratórios do curso de Engenharia Ambiental, Centro
Universitário UniSEB-COC, vem realizando alguns testes preliminares com amostras
de pó de basalto provenientes de pedreiras da cidade de Ribeirão Preto e Descalvado
(SP).


Foram realizados alguns testes de pH, parâmetro que traduz a acidez do solo e
reflete diretamente na fertilidade do mesmo. Para que certo tipo de solo seja
qualificado como agricultável com relação à acidez, deve ter níveis de pH entre 5,0 e
6,5, embora cada cultura tenha uma exigência diferente de pH.
Nestes testes iniciais foram utilizadas duas amostras de solo, uma de Ribeirão Preto,
SP e outra de Passos, MG. O solo de Ribeirão Preto é classificado como latossolo roxo
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Pesquisa & Tecnologia, vol. 8, n. 60, outubro de 2011
- solo argiloso e bastante fértil derivado da decomposição de uma rocha vulcânica
básica chamada de basalto, característica da região. Já a amostra coletada em solo
mineiro é mais arenosa, oriunda, provavelmente, da alteração de quartzitos, rochas
metamórficas comuns na região de Passos-MG.


De acordo com estes levantamentos preliminares, pode-se observar que ambos os
solos originalmente possuem características ácidas, com médias de 5,79 para o solo
de Ribeirão Preto, SP e de 5,88 para o solo de Passos, MG (Tabela 1).


Verificou-se também, que ambos os pós de basalto, apesar de serem da mesma
rocha matriz, apresentam pH bastante diferentes, com média de 5,6 para o de
Descalvado, SP e de 8,31 para o de Ribeirão Preto, SP, que pode ser explicado pelas
peculiaridades ambientais de cada região.


Tabela 1. Média dos valores de pH de solo, de pó de basalto e de solo + pó de
basalto.
Amostra pH
Ribeirão Preto-SP 5,79
Solo
Passos-MG 5,88
Descalvado-SP 5,60
Pó de Basalto
Ribeirão Preto-SP 8,31
Solo Ribeirão Preto +Pó de Basalto de Descalvado-SP 6,12
Solo Ribeirão Preto + Pó de Basalto de Ribeirão Preto-SP 6,48
Solo de Passos + Pó de Basalto de Descalvado-SP 6,56
Solo + Pó de
Basalto
Solo de Passos + Pó de Basalto de Ribeirão Preto-SP 6,72


As interações entre o pó de basalto e o solo das duas regiões deixam a clara
impressão das potencialidades corretivas que podem possuir, devido ao aumento do
pH de ambos os solos com ambos os pós de basalto.
É interessante verificar que mesmo com resultados dos níveis de pH mais baixos, o
pó de basalto de Descalvado obteve razoável sucesso neste experimento, o que
indica alguma outra interação com elementos do solo, ainda não estudada.
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Pesquisa & Tecnologia, vol. 8, n. 60, outubro de 2011
Ainda assim nota-se que o pó de basalto de Ribeirão Preto misturado a ambos os
solos obteve melhor desempenho, aumentando mais os níveis de pH, com uma
diferença de eficiência em relação ao de Descalvado de 5,61% para o solo de
Ribeirão Preto e de 2,4% em relação ao solo de Passos, MG.


Neste sentido, podemos verificar o potencial de pesquisa e utilização deste rejeito de
mineração de basalto como uma alternativa para a agricultura. Outras pesquisas
estão em andamento no sentido de verificar mudanças na microbiota do solo
acrescido com pó de basalto, e o acúmulo deste rejeito no solo, no caso da não
absorção do mesmo pela planta.


Referências
ABISOLO. Impactos positivos do uso de resíduos na agricultura são
variáveis. Rural Centro, Campo Grande – MS, 24 abr. 2009. Disponível em:
http://www.ruralcentro.com.br/noticias/11171/impactos-positivos-do-uso-deresiduos-
na-agricultura-sao-variaveis. Acesso em: 06 abr. 2011.
KAMPF, A. N. Produção comercial de plantas ornamentais. Guaíba:
Agropecuária, 2000, 254p.
KNAPIK, J.C.; ANGELO, A.C. Pó de basalto e esterco eqüino na produção de mudas
de Prunus sellowii Koehne (Rosaceae). Revista Floresta, v. 37, n. 3, p. 427-436,
2007.
NASCIMENTO, T.C.F. do; MOTHÉ, C.G. Gerenciamento de resíduos sólidos
industriais. Revista Analytica, v.27, n.1, p. 36-48, 2007.
NOLASCO, A. M.; GUERRINI, I. A.; BENEDETTI, V. Uso de resíduos urbanos e
industriais como fontes de nutrientes e condicionadores do solo em plantios
florestais. In: GONÇALVES, J. L. M; BENEDETTI, V. Nutrição e fertilização
florestal. Piracicaba: IPEF, 2000. p. 385-414.
SANTOS, E.L. Uso de resíduos industriais perigosos na agricultura. Biblioteca
Virtual em Saúde - Ministério da Saúde, Brasília – DF, s/d. Disponível em:
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/trabalhador/pdf/textos_residuos_industriais.pdf.
Acesso em: 06 abr. 2011.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Onde encontrar o pó de basalto em Goiás.

Pó de basalto em Goiás.

Pedra Ferro Mineração Ltda.

Herman P. Ferro.
62 9615 2113.
64 9964 9512.
61 ...

cerra.do@hotmail.com

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

PEDRA FERRO MINERAÇÃO LTDA.

Pedra Ferro Mineração Ltda.
Paraúna - Goiás.

Pó de rocha natural. Registro no MAPA em andamento.
Fertilizantes naturais para a agricultura orgânica e convencional.

Pó de Rocha Basalto.
Em breve iniciaremos a produção em Paraúna - Goias.


Herman
62 3233 9424
62 9615 2113
email: cerra.do@hotmail.com

Dosagens.

Sugestão de uso pó de basalto - Bioland Witmarsun - Pó de rocha.

Na mistura com bastante matéria orgânica, recomendamos, em média, a seguinte dosagem anual:


Na lavoura: 1 ton/ha no preparo do solo e 500 kg/ha nos sulcos durante o plantio.

Nos pastos: 1 ton/ha

Hortas e pomares: 1 kg/m²

Compostagem: 100 kg/ton de matéria orgânica

terça-feira, 7 de julho de 2009

BASALTO AGRÍCOLA


Metodologia de utilização do pó de basalto

O produto pode ser utilizado de várias formas e com diferentes granulometrias, dependendo da cultura e da técnica de produção adotada. Todos os resultados obtidos até o momento foram de experimentos realizados com o pó mais fino que é produzido na britagem (granulometria semelhante a do cimento), uma vez que, um dos objetivos era o de solucionar o problema da poeira nas pedreiras e por outro lado, necessitava-se de respostas rápidas para convencer os produtores a aderir à tecnologia. Para condições de campo, como frutíferas, olerícolas e mudas produzidas no chão, estamos preconizando a utilização de um material mais grosseiro, com granulometria de até 2 mm (semelhante a areia grossa), por ser mais abundante nas pedreiras e por proporcionar um efeito mais prolongado para as culturas. Outra maneira interessante de utilização do pó de basalto é adicionado à compostagem e produção de biofertilizante líquido, ou até mesmo nas camas de aves e nas lagoas de tratamento de dejetos animais.

De maneira geral, testamos das seguintes formas:

a) olerícolas
- obtenção da muda - mistura-se em torno de 3 kg de pó fino para cada m3 de substrato na ocasião da formulação do mesmo. Quando a muda é adquirida de terceiros, adiciona-se 20 g para cada 10 litros de água e procede-se uma rega ou duas, que é para aumentar o enraizamento e tornar a muda mais firme e resistente ao pegamento.
- produção - coloca-se um punhado, cerca de 50 gramas por cova, em mudas como couve, repolho, brócolos, beterraba.

b) flores de caixaria (tagetes, begônia, alegria-de-jardim, etc) – adiciona-se de 3 a 5 kg de pó fino para cada m3 de substrato, seja o mesmo de formulação própria ou substrato pronto adquirido de empresas especializadas. Da mesma forma, adiciona-se na sementeira, misturando à vermiculita, o que proporciona a produção de mudas com mais raízes e mais resistentes.

c) mudas de árvores nativas e exóticas– semelhante às mudas de flores, adiciona-se ao substrato, podendo ter granulometria maior, para proporcionar um efeito mais prolongado, principalmente nas nativas, pois necessitam de mais tempo no viveiro até o plantio definitivo. No caso das mudas exóticas (acácia, eucalipto e pinnus) dilui-se na água e rega-se 1 vez por semana.

d) mudas cítricas – adiciona-se o pó no leito de germinação do porta-enxerto e também na ocasião do tratamento de pré-germinação, que consiste em deixar as sementes do porta-enxerto de molho em água antes da semeadura, onde se adiciona pó de rocha. Durante o período de produção da muda, que é de aproximadamente 3 anos, pode-se adicionar o pó ao solo, incorporando através de capinadeira, nos momentos de maior crescimento da muda, além de uma dose de reforço na última quinzena que antecede a comercialização da muda, para ter um pegamento maior no plantio no local definitivo.

e) árvores frutíferas – utilizar o produto com uma granulometria maior, para obter resultados mais duradouros, devendo ser aplicado na produção da muda e na ocasião do plantio, principalmente em solos arenosos ou argilosos muito intemperizados. A campo, deve-se observar sempre que o solo deve ter atividade biológica, ou seja, um manejo que contemple cobertura verde e a não-utilização de herbicidas. No caso de solo desnudo, deve-se utilizar o pó de rocha agregado a um adubo orgânico bem curtido, dando preferência aos de ruminantes (cabra, ovelha e bovinos), que são mais ricos em microrganismos benéficos ao solo, e, por isso funcionam como ativadores da atividade biológica.




Pareci Novo, 11 de dezembro de 2007.

Gilnei Antônio Galvagni
(51) 3633-9131
(51) 9939-1167
empareci@emater.tche.br
ggalvagni@superig.com.br

Testes com arroz em solo arenoso no RS

Foi realizado apenas o tratamento das sementes com pó de basalto. Emater - RS.
Destaque para a diferença da aplicação e sem a aplicação.
Basalto Agrícola:
Os solos mais ricos e férteis do mundo tiveram sua origem numa rocha vulcânica e extremamente dura: o basalto!O basalto é rocha-mãe dos solos da região de Ribeirão Preto, SP,das chamadas "terras roxas", e dos solos das encostas do Monte Vesúvio , na Itália, onde é farta a produção de uvas.Na natureza, para se formar 01 centímetro deste tipo de solo a partir da decomposição da rocha, os geólogos e pedólogos afirmam serem necessários cerca de 200 a 300 anos.
É fantástica a quantidade de elementos minerais nutritivos encontrados no basalto. Aqui no Brasil são poucas ainda as referências de sua utilização em escala comercial na agricultura, entretanto, na Europa,sua utilização pode ser considerada uma prática convencional de muitos agricultores.Mais impressionante ainda é a capacidade que o pó de basalto possui em recuperar solos que foram empobrecidos pelos processos de erosão, lixiviação, acidificação natural ou pela aplicação de fertilizantes químicos, e principalmente pela exportação contínua de nutrientes pelas colheitas.
Os produtos agrícolas produzidos levam em si os mais diversos elementos químicos, e num processo convencional de adubação são fornecidos apenas nitrogênio, fósforo e potássio dos chamados adubos NPK.A presença de uma ampla diversidade de elementos químicos, com destaques para os elevados teores de fósforo (cerca de 60 vezes mais que um solo de ótima fertilidade), cálcio (10 vezes mais que um solo de boa fertilidade), magnésio (20 a 40 vezes mais que um solo de boa fertilidade),enxofre, potássio, boro, ferro e principalmente o silício , numa proporção de elevada de óxidos de silício (7,8%), além de titânio, lítio, cobalto,iodo e tantos outros elementos que a ciência agronômica ainda não estudou os efeitos sobre as plantas.
O resultado imediato da aplicação do pó de basalto é odesenvolvimento abundante de raízes das plantas, tornando-as capazes de aumentarem a absorção de nutrientes e consequentemente sua capacidade produtiva.Na cultura dos citros tem se notado a recomposição do equilíbrio nutricional das plantas.
No Sítio Santa Helena, em Ribeirão Bonito, SP, em solos arenosos e de baixa fertilidade, houve a correção de deficiência crônica de zinco nas variedades Pêra Coroa e Natal a partir da aplicação de uma única dosagem de 02 toneladas por hectare em 1994.As mudas cítricas que receberam uma dosagem no plantio de 01 kg de pó de basalto mais 100 gramas de superfosfato simples, apresentam um desenvolvimento mais acelerado que o normal, com folhas maiores , mais rígidas e mais pesadas que as que estamos acostumados a ver no campo.As olerícolas quando recebem uma dosagem de 100 gramas por metro quadrado de canteiro apresentam as folhas mais firmes e mais resistentes ao ataque de fungos nos períodos de bastante umidade. As melancias com uma adubação na cova (na verdade o berço da planta) com 01 kg de pó de basalto mais 01 kg de húmus, desenvolvem plantas sadias com ótimo desenvolvimento e pouca necessidade de controle de pragas e doenças.
Estudos recentes no Brasil o indicam como potencial recuperador de pastagens e de canaviais.A liberação dos nutrientes do pó de basalto é gradual e contínua.As pesquisas apontam que os melhores efeitos são obtidos com opó de basalto de granulometrias variáveis, isto é, uma mistura de grãos finos e grãos mais grossos.As partículas mais finas têm uma liberação mais rápida de nutrientes, enquanto que os grãos maiores vão liberando seus nutrientes lentamente, de forma homeopática.Mas o maior benefício do basalto é mesmo a produção de alimentos muito mais sadios e riquíssimos em nutrientes, tornando as pessoas e os animais que deles se alimentam igualmente sadios e bem nutridos.Basalto: no mínimo o máximo!
Dosagens:
Teste e aprove:
Citros : 01 kg na cova de plantio ou 02 kg na saia das plantas em forma de adubação fosfatada ou 02 toneladas por hectare em área total para equilíbrio nutricional do pomar;
Pastagens : realizar a análise de solo, e verificando que o solo se encontra ácido, aplicar 02 toneladas por hectare, incorporando-o a seguir, numa profundidade de 20 centímetros. Dessa forma ele também auxiliará no controle da acidez assim que houver umidade no solo;
Cana-de-açúcar : no preparo do solo para o plantio pode ser utilizada a dosagem de 02 toneladas por hectare com posterior incorporação ao solo. Logo após os cortes, como adubação complementar e fornecedora de silício, pode-se aplicar uma cobertura a lanço a dosagem de 01 tonelada por hectare;
Olerícolas em geral: a dosagem de 100 a 150 gramas porde canteiro;
Cereais (milho, soja, arroz, trigo, girassol, milheto, feijão):02 toneladas por hectare, com incorporação nos primeiros 20 centímetros desolo antes do plantio;
Adubos verdes (guandu, crotalárias, mucunas, tremoço, nabo forrageiro, aveia preta, e coquetéis de adubos verdes): 02 toneladas por hectare;
Abóboras e melancias : 01 kg por cova (berço) . Observação:excelentes resultados serão obtidos com a colocação conjunta de 01 kg de húmus por berço.
Frutíferas perenes (pêssego,uva, maracujá, coco, figo, nectarina, goiaba, manga, pinha, atemóia, graviola, caju, nêspera, pêra,maçã): 02 toneladas por hectare em área total para restauração de equilíbrio nutricional e 02 kg sob a saia de plantas em produção. Nos berços de plantio misturar 01 kg com o solo, além de 01 kg de húmus;
Mudas de estufa: peneirar o pó de basalto e adicionar o pó fino na dosagem de 4 kg por metro cúbico de substrato. O fornecimento de fósforo, ferro e silício darão um grande diferencial no desenvolvimento das plantas jovens.

Testes em Mato Grosso do Sul


domingo, 5 de julho de 2009

Adubo Orgânico

Registro do MAPA nº GO-0893410000-0
Registro CMO PPI 0005/2009/GO
Contato: (62) 9615 2113

domingo, 7 de junho de 2009

Vídeo - utilização de pó de basalto

video

Fertilizante alternativo

ADUBAÇÃO ROCHAGEM

Alternativa para reduzir custos.

Pós de rochas podem substituir os adubos químicos com vantagens econômicas e ambientais.

Culturas como a cana-de-açúcar apresentam bons resultados.

Agricultores e pecuaristas estão reclamando, com razão, da alta dos preços dos insumos, principalmente dos fertilizantes. O que a grande maioria não sabe é que existe uma técnica de adubação comprovadamente eficaz e que custa entre 15% e 20% da tecnologia convencional. Trata-se da aplicação de pós de rochas (ou farinhas de rocha) no solo, denominada rochagem.
Várias rochas podem ser utilizadas para melhorar a fertilidade dos solos, mas as recomendadas são as mais jovens, especialmente as vulcânicas, ricas em macro e micronutrientes. Na região Centro-Oeste há grande disponibilidade de basaltos, mais um fator que favorece sua utilização na agricultura, porque diminui os custos com transporte.
A geóloga Suzi Huff Theodoro, pesquisadora da Universidade de Brasília (UnB), informa que os basaltos têm grande quantidade de potássio e magnésio e também micronutrientes. Segundo ela, a adubação convencional com adubos químicos fornece nitrogênio, fósforo e potássio e, no máximo, cinco micronutrientes. Já a rochagem deixa no solo um banco deles.
Outra grande vantagem da técnica é a duração, que a torna bastante econômica. Os efeitos benéficos da adição do pó de rocha ao solo duram cerca de quatro anos, não requerendo nova aplicação a cada ano. “ A rocha gera os nutrientes e o que a planta não consome fica no solo para o consumo futuro”.
A rochagem traz ainda benefícios ambientais. Por ser natural, o pó de rocha pode ficar no solo como um banco de nutrientes, sem qualquer risco de dano ao meio ambiente.
Com tantas vantagens, a rochagem deveria estar amplamente disseminada no Brasil. Suzi Theodoro diz que a técnica ainda não é empregada por cinco fatores: desinformação dos produtores rurais, falta de política pública de incentivo à utilização de materiais alternativos na adubação, falta de regulamentação para o comércio de pós de rochas, falta de crédito para aquisição e custo do transporte, que afeta apenas algumas regiões.
Em Goiás, existe uma grande produção de brita de basalto, mas o pó ainda não é aproveitado na agricultura. O geógrafo e produtor rural Herman Ferro tem uma reserva de basalto em sua propriedade, localizada no município de Paraúna, e quer iniciar a comercialização do produto para fins agrícolas. Ele diz, no entanto, que é difícil mudar a cabeça do produtor.
A pesquisadora Suzi Theodoro, da UnB, afirma que em culturas de ciclo curto, os resultados da rochagem foram pelo menos iguais aos obtidos com a utilização de fertilizantes químicos. “Em alguns experimentos, a produtividade de culturas como arroz e milho chegou a ser 20% maior”, comenta.
Já no caso de culturas de ciclo longo, como a cana-de-açúcar e a mandioca, os resultados foram melhores que os obtidos com a adubação convencional.
A rochagem também é bastante eficaz para a adubação de pastagens. “Ela faz a remineralização do solo”, diz Suzi. Segundo ela, o início das chuvas é o momento ideal para aplicar a técnica em pastagens, porque o pó de rocha vai ser incorporado ao solo.

sexta-feira, 15 de maio de 2009


Natural e eficiente 07.08.2003


O uso de rochas, principalmente as de origem vulcânica, para adubar a lavoura pode trazer uma importante economia na substituição de fertilizantes químicos. É o que descobriu uma geóloga da Universidade de Brasília.


O uso de rochas, principalmente as de origem vulcânica, para adubar a lavoura pode trazer uma importante economia na substituição de fertilizantes químicos. É o que descobriu uma geóloga da Universidade de Brasília. A geóloga Suzi Theodoro conhece bem as riquezas de uma rocha. Potássio, fósforo, cálcio, magnésio. É tudo que qualquer lavoura precisa.Numa pesquisa de doutorado ela fez o teste da rochagem em plantações de cereais, legumes e verduras. Ao longo dos canteiros colocou pedaços de pedra dentro de covas. Aproximadamente 100 gramas em cada uma delas.Com o tempo a água da chuva ou da irrigação vai tirando os nutrientes dos pedaços de rocha e deixando na terra. As plantas absorvem tudo e crescem mais com esse adubo que a natureza espalhou por várias regiões do país.O resultado surpreendeu a pesquisadora. As raízes aumentaram, as folhas ficaram mais verdes e o ciclo do plantio à colheita foi mais rápido.Uma foto mostra que a berinjela adubada com rocha é bem maior. O rabanete também e o que é mais importante: a produtividade de cada hectare aumentou 30% sem a utilização de fertilizantes industrializados.Os produtores que trocaram o adubo químico pela rochagem gastaram bem menos.“Estes custos foram reduzidos em ¼ quando comparados com os custos necessários para implantação de uma lavoura com a agricultura tradicional que usa agroquímicos”, diz Suzi.De acordo com a pesquisadora, o agricultor tem que buscar a ajuda de um geólogo para saber qual pedra usar. As alcalinas são as mais indicadas.A horta de José Célio Mendes foi um dos locais de teste da rochagem. Produtor experiente, ficou empolgado com a novidade. José confirma que depois de 15 dias os legumes começaram a crescer mais rápido e ficaram maiores, graças a essa mãozinha da natureza e da pesquisadora Suzi.“Isso faz com a gente procure mais a natureza para trabalhar em conjunto”, diz José.Lembrando: é importante que o agricultor procure a orientação de um geólogo ou um de agrônomo, caso queira utilizar essas rochas na adubação da lavoura.